Seleção Nacional de Esperanças - Estágio Amesterdão

A nossa Seleção Nacional de Esperanças aterrou em Amesterdão no dia 7 e cedo se puseram ao trabalho que tinha como primeira avaliação, nesse mesmo dia, o jogo de treino, frente ao Amstelveen H1. À conversa com os elementos da equipa técnica nacional, aprendemos que nos treinos os principais focos foram a intensidade no passe/recepção, a procura do 2x1 e exploração de desmarcações em profundidade.

 
Jogo 1 - Amstelveen H1 3 - 2 Portugal (07/06/2018)
 
O Amstelveen H1, equipa da segunda divisão holandesa e atualmente na 4ª posição a duas jornadas do final do campeonato, foi o primeiro adversário da nossa seleção de esperanças. O jogo arrancou de forma pouco ritmada, com alguma superioridade para os holandeses, mas que apenas se traduziu em dois cantos curtos, tendo terminado o primeiro período de jogo sem muita história. No segundo período, com um golo de Afonso Caramalho, Portugal chegou à vantagem no marcador, situação que não iria mudar até ao terceiro período da partida, altura em que o desgaste dos nossos atletas se fez sentir e permitiu aos holandeses virar o jogo antes do quarto período, com dois golos em apenas cinco minutos. No quarto período, através da marca de grande penalidade, Gonçalo Teixeira faz o empate e restaura a motivação ao grupo para procurar a vitória. Contra a corrente do jogo, a equipa holandesa fez-se valer da sua experiência, tendo conseguido marcar o 3 - 2 final sem que nada o fizesse prever, deixando um sabor amargo no primeiro resultado final do estágio da nossa seleção, que tinha condições para sair vencedora deste primeiro teste.


 
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Jogo 2 - AH&BC (S23) 2 - 0 Portugal (08/06/2018)

O segundo teste da nossa seleção de esperanças foi frente ao conjunto S23 do AH&BC, tendo os nossos atletas tido a oportunidade de jogar frente a dois atletas participantes da Final do Campeonato Holandês de seniores masculinos, algo que apesar de complicado de igualar por parte dos nossos jovens atletas, terá sido certamente uma excelente oportunidade de aprendizagem.
O jogo arrancou com o domínio da equipa da casa, que terminou o primeiro período do jogo com maior posse de bola, mas sem claras oportunidades de golo. A nossa Seleção respondeu bem ao que lhe foi pedido, entregando-se a fundo e de forma concentrada, sem nunca acusar demasiada pressão, algo que dada a dimensão do adversário acabou por ser uma surpresa positiva para a equipa técnica.
No segundo período o grupo não conseguiu manter o nível defensivo, tendo concedido dois golos mas dispondo também de duas oportunidades, infelizmente não convertidas.
O terceiro período manteve o registo anterior, com maior posse de bola e superioridade do AH&BC, mas também viu Portugal chegar duas vezes com perigo à baliza adversária e dispôr de um canto curto, não convertido.
O quarto e último período do jogo viu a nossa Seleção chegar ainda mais vezes à baliza adversária e desperdiçar mais um canto curto e uma oportunidade flagrante de golo nos últimos minutos. O jogo terminaria com uma derrota por 2 - 0, mas com anotações muito positivas por parte dos nossos atletas.




Jogo 3 - AH&BC S19 6 - 1 Portugal (09/06/2018)

O terceiro, e último, teste da nossa jovem seleção de esperanças foi de todos o mais complicado para os nossos atletas. Com uma entrada desconcentrada e apática, fruto de algum cansaço dos atletas e de algum excesso de confiança, a terceira partida de Portugal trouxe algumas notas negativas, começando pelo resultado final de 6 - 1 e terminando no facto de este ser o jogo, teoricamente, mais fácil dos três. A equipa técnica retirou muito pouco de positivo desta partida, tendo terminado este último teste com um sabor amargo de quem sentiu que, em condições normais, teriam tudo para vencer a partida.

Em suma, e nas palavras do treinador Fernando Gomes: "Foi um excelente estágio que cumpriu com todos os propósitos estabelecidos.  A competição foi fortíssima, como pretendíamos que fosse. O nível dos nossos jogadores subiu uns degraus, como deveria."



A FPH deixa os seus agradecimentos a todos os atletas e staff envolvidos neste estágio da seleção nacional de esperanças olímpicas, com especial destaque para a hospitalidade e simpatia com que toda a comitiva nacional foi recebida pelos responsáveis do AH&BC e para Tim Broenink e Tony Viera, por todo o apoio prestado à comitiva nacional.

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