Hugo Gonçalves fala do projeto delineado para o crescimento da Académica de Espinho



A FPH está a desafiar os treinadores e responsáveis técnicos das equipas que participam nos campeonatos nacionais a falarem um pouco sobre as suas equipas e quais as expetativas para a época 2013/2014.

Esta semana falamos com Hugo Gonçalves, um dos líderes da Académica de Espinho. "Obrigada" a desenvolver a formação, em virtude da ausência de renovação na equipa senior, a Académica está a desenvolver um projeto que pretende dar uma nova vida ao clube.

FPH: Depois de vários anos sem formação, a Académica de Espinho viu-se “obrigada”  a formar uma equipa desde a base, de forma a dar continuidade aos seus seniores. Como está a correr a implementação deste projeto?

Hugo Gonçalves (HG): A AAE já vem tendo formação à pelo menos 3 anos. A verdade é que este ano por diversas razões fundamentalmente financeiras decidimos olhar de uma outra forma para a secção dando prioridade aos "miúdos". Reorganizamo-nos por forma a conseguirmos libertar mais tempo e mais pessoas para a formação.

FPH: Numa perspetiva a longo prazo, até que ponto será suficiente a Académica formar apenas uma equipa? Estão a pensar em alargar e abrir mais equipas na formação?

HG: Com o atual número de atletas já poderíamos estar inscritos nas competições de sub13 e sub15. No próximo ano todos ainda serão sub15. É nossa ambição vir a criar num futuro muito próximo mais equipas de formação. Acreditamos possuir já um lote de jogadores que nos permite criar boas expectativas quanto ao futuro da modalidade na AAE.

FPH: Como vês a Académica de Espinho – Hóquei daqui a cinco anos? Que condições estão a criar para o crescimento, nas suas diversas variantes, da secção de hóquei?

HG: Estamos em conversações com uma das pessoas mais influentes no Desporto Escolar em Espinho. Esperamos, em definitivo, vir a conseguir implementar o hóquei nas Escolas do concelho. A concretizarmos esta ideia resolveríamos a nossa maior dificuldade, a captação de miúdos. Adicionalmente, estamos também a trabalhar no sentido de criar disponibilidade de infra-estrutura para a prática da modalidade, dado que a disponibilidade do pavilhão da AAE já se encontra muito condicionada. De qualquer das formas, estamos convictos que com o projeto atualmente implementado, a secção de hóquei da AAE daqui a 5 anos voltará a ser um dos exemplos em número de atletas inscritos na FPH.

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