Europeu de clubes: João Miguel Freitas (Lisbon CHC) faz antevisão do fim-de-semana!



Entre os dias 21 e 23 de Fevereiro, Portugal terá como representantes nacionais nas competições europeias de clubes o Lisbon Casuals e a árbitra Ana Faias.

O clube, campeão nacional indoor feminino em 12/13, e a árbitra internacional estarão no eurohockey championship challenge em Budapeste, Hungria.

+ info eurohockey championship challenge: http://bit.ly/1bOiFIn

Confere a antevisão da prova de João Miguel Freitas, líder das ladies do Casuals.

FPH: Qual é o principal objetivo do Lisbon Casuals nesta participação europeia?

João Miguel Freitas (JMF): O objetivo é muito realista: queremos ficar entre os 4 primeiros. Tendo estado a avaliar as equipas através de filmagens, temos grandes possibilidades de ganhar à Sérvia, à Hungria e à Suécia, todos os outros jogos serão muito difíceis.
 
As equipas do Reino Unido são muito fortes fisicamente e jogamos com elas logo no primeiro dia (Irlanda e Gales). Observei as equipas o ano passado no restelo e estão muito bem organizadas. A Croácia foi recentemente campeã da europa de seleções e a equipa é basicamente a mesma, pelo que deve ser extremamente difícil ganhar, mas como bom português “nunca se sabe” J.
 
FPH: Esta é a primeira vez que o clube participa numa competição europeia indoor. De que maneira isto vos pode ser (ou não) benéfico?

JMF: Apesar de ser a primeira vez que o clube participa em competições europeias, as nossas jogadoras já têm um grande traquejo europeu, desde o tempo em que ainda jogávamos no Cascais e outras que jogavam no Belenenses. Além disso, a maior parte da equipa tem presença assídua nas seleções. Agora, o que nunca aconteceu foi todas elas jogarem juntas num europeu, o que, isso sim, vai ser muito vantajoso, pois as ladies querem muito jogar este europeu, que é o topo que qualquer equipa pode atingir.
 
FPH: De que forma o fato de terem 15 dias de intervalo entre a final four de seniores e a prova europeia, pode ser benéfica na preparação da equipa?

JMF: Foi, sem dúvida, benéfico, pois deu-nos tempo de corrigir o que correu menos bem no nacional, quer taticamente quer individualmente. Deu ainda para modificar um pouco a maneira de jogar para o caso de nos depararmos com equipas que simplesmente abdicam de jogar e ficam à espera do nosso erro, como aconteceu no nacional. Aprendemos muito e esperamos não cometer os mesmos erros e, quiçá, fazer o mesmo a equipas mais fortes que nós, visto que correu tão bem contra nós... Estamos sempre a aprender.

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