Fase Final Sub 15 Mistos: Antevisão dos treinadores João Miguel Freitas e Sérgio Ferreira.




Os treinadores João Miguel Freitas e Sérgio Ferreira do Lisbon Casuals HC e Casa Pia AC, respetivamente, fazem a antevisão da prova do próximo fim de semana, a Fase Final do CNHI de sub 15 mistos, a realizar no Pavilhão da Escola B/S de Alvide, nos dias 17 e 18 de janeiro.

Antevisão do treinador João Miguel Freitas:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos todos objetivos delineados? A equipa está motivada?
JMF: Foram sem duvida alcançados, atigimos o 1º lugar da geral que foi surpresa total, pois no ultimo jogo conseguimos ganhar às 'ladies', estamos agora prontos para a fase final com a moral muito em alta.

FPH: O que achou deste modelo misto aplicado à fase de apuramento?
JMF: Subiu muito o nivel dos jogadores, pois poderam jogar com um pouco mais de intencidade e com mais 'fio de jogo' ond começam a entender muito mais o jogo em si, ao inves de outros anos onde o 'jogo nuvem' ainda estava muito presente.

FPH: Uma vez que terminaram a FA na 1ª posição, que objetivos traçaram para a Fase Final?
JMF: Este ano queremos muito chegar à final, temos uma grande equipa que merece um lugar acima do 3º lugar que nos persegue à uns anos, vamos tentar chegar um pouco mais longe este ano.

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
JMF: A experiencia de alguns jogadores adversários que apesar de serem muito novos já andam nestas lides à algum tempo e a preparação fisica que vai acusar muito ao fim do segundo jogo tenho a certeza, vamos tentar controlar o esforço deles nos primerios jogos de modo a aguentarem os 4 jogos, pois ao contrario de outras equipas, os nossos jogadores são muito pequenos e teem de correr o dobro.

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
JMF: Sem duvida o detentor do trofeu é sempre um titã nos escalões de formação e sempre muito dificil de ultapassar, sendo que este ano temos o AAE também será um forte candidato.


Antevisão do treinador Sérgio Ferreira:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos os objetivos delineados? A equipa está motivada?
SF: A fase de apuramento este ano foi diferente, houve mais competição, ou por outras palavras, este ano houve mais jogos com equipas diferentes. A fase decorreu com um objectivo em mente, “apurarmo-nos para a fase final”, pela primeira vez em 5 anos tivemos uma fase de apuramento em que o sentimento é que “não estamos apurados logo ao inicio da competição, temos que lutar” . A Motivação para uma fase final é sempre grande, logo quando sabemos que vamos defrontar três equipas diferentes, muito fortes e que vamos competir para evoluirmos.

FPH: O que achou deste modelo misto aplicado à fase de apuramento?
SF: Traz vantagens às equipas, porque efectuam mais jogos com equipas diferentes, traz possibilidades e traz mais qualidade às equipas de sub-15, pois competem contra equipas seniores femininas com um nível mais elevado. É desvantajoso para as equipas femininas, que diversas vezes o nível de jogo e de motivação diminui, porque muitas vezes confrontam-se com atletas em que estão em formação (técnica) e que a qualidade técnica é inferior. É desmotivante quando confrontamos que existe uma grande diferença de idades entre estas equipas. A intensidade de jogo não superou, visto haver diferenças físicas entre estas equipas, o que tornava o jogo muitas das vezes lento e sem qualidade.

FPH: Uma vez que terminaram a FA na 2ª posição, que objetivos traçaram para a Fase Final?
SF: Os objectivos já estão cumpridos. A fase final é para desfrutar de um momento em que os atletas terão hipótese de jogar a um nível superior, é a hipótese de pormos em prática um trabalho de três meses (hóquei de sala) e avaliarmos o que foi desenvolvido. Como disse, os objectivos já foram cumpridos quando na convocatória tens um misto de atletas sub-13 (ultimo ano) com atletas 1º ano de sub-18, quando juntas numa equipa uma selecção de dozes alunos de quatro escolas diferentes da Casa Pia de Lisboa, que treina em locais e horas diferentes. Neste escalão, temos 37 atletas inscritos que tinham possibilidade de estar nesta fase final, foi difícil escolher os 12.  Outro objectivo que já foi cumprido. Foram também escolhidos 12 que vão estar presentes nas fase finais de sub-13 e sub-18, nos dias 7 e 8 fevereiro, de forma a que sintam antes o nível de pressão que é imposta por ser uma fase final. Aqui evoluímos, pois o “scounting” foi maior e possibilitou pensarmos numa selecção que fosse ao encontro das exigências desta fase final. Que contaremos com muitas dificuldades que são inerentes aos nossos objectivos que nos propusemos a nós próprios.

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
SF: As dificuldades que vamos sentir são enormes, visto que vamos encontrar equipas tecnicamente mais fortes e com um físico mais desenvolvido. Como estratégia, vamos apostar num colectivo homogéneo, apostando na irreverência e na vontade que este grupo tem no seu ADN. Mesmo sabendo os nossos limites vamos lutar para superá-los em cada jogo.

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
SF: Não tenho dúvidas, será o AD Lousada, teve equipas que nos últimos anos foram muito fortes, mantém um nível muito elevado de jogo de técnica e físico. Este campeonato vai ser curioso, pois apresenta três bons treinadores. O Pedro Valinhas (Lousada), o Hugo Gonçalves (Espinho) e o João  Miguel (lisbon), três treinadores muito experientes e com muitas “horas” de fases finais e de seleções. Acredito que a equipa do Hugo e do João Miguel vão surpreender este ano, pela evolução de um ano para o outro, e tenho a certeza que será o melhor jogo da fase final.

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