FF CNHI SM: Antevisão dos Treinadores Hugo Gonçalves, João M. Freitas, Fernando Ribeiro e Vitor Vaz.



Os treinadores, Hugo Gonçalves, João Miguel Freitas, Fernando Ribeiro e Vitor Vaz, da AA Espinho, Lisbon Casuals HC, Sport CP e CF Benfica, respetivamente, fazem a antevisão da prova do próximo fim de semana, a Fase Final do CNHI de seniores masculinos, a realizar na Nave Desportiva de Espinho, nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro.

Antevisão do treinador da AA Espinho, Hugo Gonçalves:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos os objetivos delineados?
HG: Apesar de inicialmente as expectativas serem muito elevadas, fruto do reforço da equipa com inscrição para época em curso de mais 2/3 elementos que permitiriam elevar fundamentalmente os nossos índices físicos, as mesmas saíram goradas. Dada a vida pessoal de cada um e também derivado de algumas lesões, nunca conseguimos ter em treinos e jogos todos os atletas disponíveis. O que naturalmente veio a condicionar por completo toda a época de Sala. Apesar disso mantemos intacta toda a nossa ambição para esta fase final.

FPH: Que balanço faz da Fase Intermédia?
HG: A fase intermédia para a A.A.E. serviu principalmente (por falta mais uma vez de atletas) para conhecer o nível competitivo actual das equipas do sul e também aferir da nossa real condição física.

FPH: Que objetivos traçaram para a Fase Final?
HG: Organizando esta fase final na Nave Desportiva de Espinho, não existe outro objectivo que não o de revalidarmos o título de Campeão Nacional.

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
HG: A julgar pelo nível competitivo apresentado por todas as equipas na fase intermédia, penso que será um dos Campeonatos Nacionais mais disputados. O que dificultará por essa mesma razão o nosso principal objectivo. De qualquer das formas não tenho a menor das dúvidas em afirmar que a grande dificuldade da nossa equipa será a própria equipa. Se todos estivermos alinhados no mesmo pensamento seremos um sério candidato ao título, caso contrário cumpriremos calendário.

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
HG: O G.D.Carris, pelo Hóquei e nível físico evidenciado na fase intermédia. É uma equipa que respira “saúde” e, fundamentalmente, demonstra uma grande entre ajuda de todos os atletas.   


Antevisão do treinador do Lisbon Casuals HC, João Miguel Freitas:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos os objetivos delineados?
JMF: A fase de apuramento não correu muito bem, pois nunca conseguimos jogar com a equipa completa (e ainda não conseguimos), ficamos em último na zona sul, mas jogo após jogo, conseguimos sempre melhorar o nosso jogo, do primeiro ao último jogo foi sempre a subir até atingir a fase intermédia. Os objectivos delineados foram sempre atingidos, pois o principal era jogar melhor, marcar mais e sofrer menos em cada jogo que passasse e isso conseguimos!

FPH: Que balanço faz da Fase Intermédia?
JMF: Esta não poderia ter corrido melhor, entramos como a equipa com mais golos sofridos e menos marcados, considerados como a 'equipa bonus', mas jogamos muito concentrados e unidos, tivemos pela primeira vez a equipa mais parecida com aquela que é a mais forte que podemos apresentar, e conseguimos, jogo após jogo, ultrapassar as dificuldades, conseguindo inclusivé, proporcionar bons momentos de hoquei aos presentes.

FPH: Que objetivos traçaram para a Fase Final?
JMF: 'Um homem pode sempre sonhar', gostávamos muito de conseguir atingir o 4º lugar, mas para isso teremos de ultrapassar pelo menos duas das três equipas do grupo para poder estar no jogo 3º e 4º, o que me parece difícil, mas lá está, o que andamos aqui a fazer se não isto mesmo? Lutar para conseguir! Mais realista pelo menos manter o 5º lugar que brilhantemente alcançamos na fase intermédia, isso já era uma época bem conseguida pelo LCHC dado as circunstâncias em que nos apresentámos este ano nesta competição. 

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
JMF: Temos equipas muito fortes no grupo, a Carris e o Sport são de um campeonato muito mais á frente do que o nosso e do Juventude, mas vamos jogar todos os jogos de como uma final se tratasse e chegar o mais longe possível! Nunca desrespeitando qualquer que seja o adversário

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
JMF: Sem duvida a Carris, eu sou suspeito em dizer isto, pois passo muito tempo com eles e conheço bem o potencial, mas não vamos descurar o super campeão ADL, que apesar de ter perdido os jogos contra a Carris, numa fase final, num tudo ou nada, são uma equipa com muito experiência e já tiveram certamente em posições adversas e conseguiram dar a volta. Mas continuo a dizer que mesmo assim a Carris pode ter este ano a sua consagração


Antevisão do treinador do Sport CP, Fernando Ribeiro:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos os objetivos delineados?
FR: A Fase de apuramento apesar de alguns percalços e das dificuldades do clube por não possuir infra estruturas próprias que nos permitam competir no sala em pé de igualdade com as restantes equipas do norte acabou por correr bem. Conseguimos o apuramento para jogar a pool de cima na fase intermédia, objectivo cumprido. Não quero deixar passar esta oportunidade para agradecer publicamente á AAE, ADL, CFUL e JHC e aos seus dirigentes pela colaboração com o Sport CP disponibilizando os seus pavilhões para que o nosso jogo em casa com cada um dos adversários fosse realizado nos seus recintos sem custos para nós. Foi uma grande ajuda dos nossos colegas de competição que enaltece o espirito de colaboração e entreajuda que neste momento felizmente existe no Hóquei Português.

FPH: Que balanço faz da Fase Intermédia?
FR: A fase intermédia tem duas vertentes. A desportiva e a de preparação da equipa. A desportiva não correu totalmente bem pois claramente deveríamos ter conseguido outro resultado no último jogo. A vertente de preparação correu muitíssimo bem. Levamos 14 jogadores, conseguimos rodara equipa, conseguimos perceber claramente onde já estamos a um nível aceitável e onde temos de rectificar. Esse é o trabalho da semana, tentar minimizar os aspectos menos bons.

FPH: Que objetivos traçaram para a Fase Final?
FR: Objectivo mínimo claro, disputar o jogo de 3º e 4º lugar. Temos a noção que não estamos ao nível do ADL e da Carris e que uma AAE a 100% teoricamente nos é superior, mas cada jogo é um jogo e vamos entrar jogo a jogo tentado ganhar. Quem sabe alguém tem ali uns 40 minutos maus e nós uns perfeitos.

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
FR: As dificuldades são as de sempre. Numa fase final todas as equipas começam com zero pontos, pelo que no início do 1º dia todos têm as mesmas aspirações. Sabemos que o facto de termos conseguido a qualificação para a pool de cima na fase intermédia e de termos deixado uma imagem positiva leva a que olhem para nós, não como a equipa “ dos meninos simpáticos que até jogam benzinho“, e nos encarem como um adversário a ter em conta. Isso dificultará a nossa tarefa mas vamos tentar ultrapassar as mesmas. A estratégia é simples, jogar para ganhar todos os jogos,  com garra, empenho e concentração.

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
FR: Simples, ADL e Carris em pé de igualdade, a AAE como sempre também tem aspirações e  todos os outros correm por fora. Agora há que ter em conta que esta fase final não tem meias finais, pelo que um jogo mau na fase de grupos pode deitar tudo a perder para um dos candidatos e abrir uma janela de oportunidade a um outsider.


Antevisão do treinador do CF Benfica, Vitor Vaz:



FPH: No seu entender, como correu a fase de apuramento para a sua equipa? Foram atingidos os objetivos delineados?
VV: Não correu como desejávamos, fruto de ter um número muito reduzido de jogadores disponível.

FPH: Que balanço faz da Fase Intermédia?
VV: Apesar dos resultados, vi a equipa com altos e baixos, momentos bons e outros muito maus.

FPH: Que objetivos traçaram para a Fase Final?
VV: Dificultar, dentro das nossas limitações, as mais valias dos adversários.

FPH: Que dificuldades esperam encontrar e que estratégias definiram para as ultrapassar?
VV: Para além do valor dos adversários, a falta de rotinas que evidenciamos e o cansaço físico, serão as nossas grandes dificuldades. Vamos tentar corrigir erros cometidos na fase intermédia, aproveitando os quatro jogos que fizemos (treinos) para analisar as nossas falhas.

FPH: Para si, qual o adversário que poderá estar melhor preparado?
VV: Todos os adversários estarão melhor preparados, o Futebol Benfica não treinou a vertente de sala.

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